O ALZHEIMER

Por Unknown - dezembro 13, 2015



A Organização Mundial da Saúde diz que o Alzheimer atinge cerca de 35 milhões de pessoas em todo o mundo, porém esse número, que é alto, pode triplicar até 2050.

A doença de Alzheimer é uma forma de demência progressiva que interfere com o comportamento, memória e pensamento. Demência é um termo mais amplo para a perda de memória e déficits cognitivos que interferem com as atividades diárias de vida. A maioria dos indivíduos com a doença são diagnosticados após a idade de 65, mas é possível para ser diagnosticada mais cedo, isso é chamado de início precoce de Alzheimer. De acordo com a Associação de Alzheimer.

Causas 

Os principais fatores de risco para a doença de Alzheimer estão descritos abaixo:
Idade: O fator de risco mais importante é a idade. A maioria dos indivíduos que têm essa condição tem 65 anos de idade ou mais.
História familiar: Indivíduos com um membro da família que tem Alzheimer, são mais propensos a desenvolver a doença do que aqueles que não tem. Os cientistas dizem que tanto a genética e fatores ambientais desempenham um papel neste fenômeno.
Genética: Certos genes chamados de genes de risco determinísticos têm sido associados ao desenvolvimento de doença de Alzheimer.

Os sintomas 
  • Perda de memória que afeta as atividades da vida diária, tais como manter compromissos ou lembrando direções recém-adquiridas;
  • Dificuldades com a resolução de problemas;
  • Desorientação de tempo ou lugar;
  • Problemas com as tarefas domésticas, como o uso de um micro-ondas;
  • Dificuldades na fala e escrita;
  • Julgamento pobre ou diminuído;
  • Alterações de humor e personalidade.

O diagnóstico

A única forma definitiva de diagnosticar se uma tem doença, é a realização de uma autópsia, ou seja, ao olhar o tecido cerebral. Exames clínicos são feitos com base na apresentação de sintomas, o médico faz testes, e com os resultados chega a uma conclusão. 

O tratamento

Não há cura para a doença de Alzheimer, mas há medicamentos e modificações de comportamento que podem ajudar a aliviar os sintomas. Antes de ir em qualquer medicação, é melhor falar com o seu profissional de saúde para ver qual o plano de tratamento é melhor, uma vez que cada paciente é diferente.

O cérebro

À medida que as células cerebrais vão sofrendo uma redução, de tamanho e número, formam-se tranças neurofibrilhares no seu interior e placas senis no espaço exterior existente entre elas. Esta situação impossibilita a comunicação dentro do cérebro e danifica as conexões existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de recordar a informação. Veja ao lado a imagem que demonstra uma modificação no cérebro que parece diminuir seu tamanho.






Referências/fonte

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